Cães, gatos e Cia perdidos e encontrados Capão Redondo e região

Cães, gatos e Cia perdidos e encontrados Capão Redondo e região

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Permitido post de animais perdidos e encontrados zona sul/SP.

11/06/2026

🆘 ATENÇÃO SEGUIDORES 📣 📣

DESAPARECIDO‼️

(Relato recebido in box)

Boa noite, por favor se possível publique a foto da minha cachorra, ela fugiu da Rua Alfredo Cabral de Oliveira! Na rua da Academia André Sport. O nome dela é Estrela. 99530-9365. Muito obrigada

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10/06/2026

🆘 ATENÇÃO SEGUIDORES 📣 📣

URGENTE ‼️

(Relato recebido in box)

Atualização. Continua na mesma situação! Família deixa no sol e chuva nessa situação!! Quem quiser ajudar ele, está no jardim Planalto, rua Antônio Marchioli, Presidente Prudente, sp. O perfil da pessoa q está pedindo ajuda. Julia Oliveira.

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🕊Eles não surgiram por acaso nas nossas cidades — foram moldados pela nossa própria história. O pombo doméstico, descendente do Columba livia, foi uma das primeiras aves a estabelecer um elo profundo com a humanidade. Há mais de 5 mil anos, civilizações como o Antigo Egito e a Mesopotâmia já os criavam. Não como pragas, mas como aliados. Eles eram mensageiros do tempo, portadores de notícias, símbolos de orientação em um mundo sem mapas digitais. Durante conflitos como a Primeira Guerra Mundial, pombos-correio salvaram milhares de vidas. Um deles, o lendário Cher Ami, mesmo ferido, entregou uma mensagem crucial que resgatou soldados isolados. Isso não é apenas história — é prova de lealdade biológica e capacidade cognitiva. A ciência moderna confirma o que a história já sussurrava: pombos reconhecem rostos humanos, distinguemreconhecem rostos humanos, distinguem padrões complexos e demonstram memória de longo prazo — habilidades estudadas em instituições como a Universidade de Iowa e a Universidade de Tóquio. Os pombos urbanos não “invadiram” nossas cidades. Eles foram abandonados nelas. São, em essência, vestígios vivos de uma parceria que nós interrompemos. Ignorá-los é ignorar a nossa própria história. Rejeitá-los é negar a responsabilidade silenciosa que herdamos. Respeitá-los, portanto, não é um ato de caridade — é um ato de consciência. Porque onde muitos veem excesso, há apenas sobrevivência. Onde muitos veem sujeira, há um ser tentando existir no mundo que nós moldamos. E talvez a verdadeira evolução não esteja em dominar a natureza, mas em reaprender a coexistir com dignidade. 🙌 Qual foi a última vez que você olhou paraum pombo com respeito? 📚 Referências científicas e históricas: . Blechman, A. (2006). Pigeons: The Fascinating Saga of the World’s Most Revered and Reviled Bird. . Shapiro, M. D. & Domyan, E. T. (2013). Domestic pigeons. Current Biology . Watanabe, S. (1995). Visual discrimination in pigeons – Universidade de Tóquio Crédito vídeo: @holytaube #pombos #pigeon #urbanwildlife #animalsentience #petsvitrine 07/06/2026

https://www.instagram.com/reel/DY26qmkRBgj/?igsh=MThuYnZhd3F5aHJwYg==

🕊Eles não surgiram por acaso nas nossas cidades — foram moldados pela nossa própria história. O pombo doméstico, descendente do Columba livia, foi uma das primeiras aves a estabelecer um elo profundo com a humanidade. Há mais de 5 mil anos, civilizações como o Antigo Egito e a Mesopotâmia já os criavam. Não como pragas, mas como aliados. Eles eram mensageiros do tempo, portadores de notícias, símbolos de orientação em um mundo sem mapas digitais. Durante conflitos como a Primeira Guerra Mundial, pombos-correio salvaram milhares de vidas. Um deles, o lendário Cher Ami, mesmo ferido, entregou uma mensagem crucial que resgatou soldados isolados. Isso não é apenas história — é prova de lealdade biológica e capacidade cognitiva. A ciência moderna confirma o que a história já sussurrava: pombos reconhecem rostos humanos, distinguemreconhecem rostos humanos, distinguem padrões complexos e demonstram memória de longo prazo — habilidades estudadas em instituições como a Universidade de Iowa e a Universidade de Tóquio. Os pombos urbanos não “invadiram” nossas cidades. Eles foram abandonados nelas. São, em essência, vestígios vivos de uma parceria que nós interrompemos. Ignorá-los é ignorar a nossa própria história. Rejeitá-los é negar a responsabilidade silenciosa que herdamos. Respeitá-los, portanto, não é um ato de caridade — é um ato de consciência. Porque onde muitos veem excesso, há apenas sobrevivência. Onde muitos veem sujeira, há um ser tentando existir no mundo que nós moldamos. E talvez a verdadeira evolução não esteja em dominar a natureza, mas em reaprender a coexistir com dignidade. 🙌 Qual foi a última vez que você olhou paraum pombo com respeito? 📚 Referências científicas e históricas: . Blechman, A. (2006). Pigeons: The Fascinating Saga of the World’s Most Revered and Reviled Bird. . Shapiro, M. D. & Domyan, E. T. (2013). Domestic pigeons. Current Biology . Watanabe, S. (1995). Visual discrimination in pigeons – Universidade de Tóquio Crédito vídeo: @holytaube #pombos #pigeon #urbanwildlife #animalsentience #petsvitrine

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