04/07/2026
Facção, que começou dentro de presídio no interior paulista, foi classificada pelo governo americano como terrorista e supostos integrantes foram alvos de sanções. Entenda -> https://x.gd/cgxhD
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04/07/2026
Facção, que começou dentro de presídio no interior paulista, foi classificada pelo governo americano como terrorista e supostos integrantes foram alvos de sanções. Entenda -> https://x.gd/cgxhD
04/07/2026
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a repercussão do gesto obsceno e do palavrão usados pelo chefe do Executivo durante um evento em Brasília.
Em publicação nas redes sociais, Tarcísio compartilhou imagens do episódio e afirmou que Lula demonstrou “destempero” ao fazer o gesto do dedo do meio durante o discurso. Na legenda, o governador escreveu que o presidente estaria demonstrando falta de equilíbrio para disputar a Presidência da República.
A publicação rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos do governo. Enquanto aliados de Tarcísio apoiaram as críticas, defensores de Lula afirmaram que o presidente reagiu a ataques que vinha recebendo.
O episódio continua repercutindo no meio político e nas redes sociais, ampliando o debate sobre o comportamento de autoridades públicas em eventos oficiais.
04/07/2026
A deputada federal Talíria Petrone criticou a decisão do presidente da Câmara dos Deputados de suspender temporariamente sua escolta armada. Nas redes sociais, ela classificou a medida como "inaceitável" e afirmou que a proteção é necessária diante das ameaças que diz receber em razão de sua atuação política.
O caso repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Enquanto apoiadores da parlamentar defenderam a manutenção da escolta por questões de segurança, críticos apontaram uma contradição entre a defesa de políticas de controle de armas e a utilização de proteção armada fornecida pelo Estado.
A discussão reacendeu o debate sobre segurança de autoridades públicas, porte de armas e o uso de escoltas institucionais para parlamentares que alegam estar sob risco em razão do exercício do mandato.
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